Dispositivo de combate a incêndios reforçado com meio aéreo no Litoral Alentejano

Helga Nobre

O dispositivo de combate a incêndios no Litoral Alentejano entrou, no passado dia 01 de junho, na fase Charlie, com o reforço de meios e contando já com um helicóptero para o ataque inicial sediado no centro de meios aéreos de Grândola.

No nível “Charlie”, entre 01 e 30 de junho, “há um aumento no dispositivo, que passa a contar com 10 equipas de combate a incêndios e oito equipas de apoio logístico, num total de 66 operacionais e 18 veículos”, indicou o comandante Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Alentejo Litoral, Tiago Bugio.

Nesta fase, o dispositivo é reforçado com um “helicóptero ligeiro” que, entre 01 de junho e até 15 de outubro, ficará sediado em Grândola.

Para o período mais crítico de combate aos incêndios, que engloba os meses de julho, agosto e setembro, esta sub-região irá mobilizar “13 equipas de combate a incêndios, com 65 operacionais, e oito equipas de apoio logístico, com 16 operacionais, apoiados por 33 veículos”.

A estes juntam-se “as Equipas de Intervenção Permanente e os Sapadores Florestais”, o que perfaz um total de 151 operacionais.

Este ano, o dispositivo conta com dois novos veículos florestais de combate a incêndios, que foram atribuídos às corporações de Odemira e Alcácer do Sal.

“Até 31 de outubro mais seis novos veículos serão entregues à sub-região do Alentejo Litoral”, avançou o responsável.

A sub-região do Alentejo Litoral, que é composta pelos Municípios de Alcácer do Sal, Grândola, Santiago do Cacém, Sines e Odemira, tem uma área de 531 mil hectares e conta com 100 mil habitantes.

Leme 855