Por Filomena Pinela,
No Domingo, dia 24 de Janeiro de 2016, vamos a votos para eleger o novo Presidente da República.
Há cerca de 30 anos discutia-se a presidência da República entre Freitas do Amaral e Mário Soares.
Como teria sido o nosso destino comum se a candidatura de Freitas do Amaral; vencedora na primeira volta das eleições presidenciais, tivesse saído vitoriosa?
Nunca saberemos que marca teria deixado o Professor Freitas do Amaral na democracia portuguesa. Acho que nivelámos por baixo.
Não votar é deixar por mãos alheias o nosso destino comum…
Artigo completo na edição em papel de 21 de janeiro de 2016 n.º 662

