Por Abílio Raposo, diretor
O tempo passa, mas a memória fica. As televisões, os jornais e a internet em geral continuam a falar naquela que foi a maior tragédia em Portugal neste ano de 2017, os chamados “Incêndios de Pedrógão”.
Os políticos apressam-se a justificar o que não tem justificação. Outros a pedir justificação a quem as não pode dar, ou as não quer dar.
As pessoas que sofreram na sua pele as dores da perda de seus familiares e bens continuam a ser esquecidas. Porque o que importa àqueles que têm poder de decidir é a justificação se existe culpa das estruturas ou se foi natural, se caiu a ligação das comunicações e quem é o culpado. Mas e as pessoas? Só importa saber até onde pode ir as responsabilidades do Estado ou do Governo.
Mas importa a todos nós, contribuintes do Estado e também contribuintes das ajudas às pessoas que sofreram com os incêndios, o que se está a fazer. Será que as nossas contribuições já estão a começar a ser entregues a quem se destina?
O artigo completo pode ser lido na edição em papel de 10 de agosto de 2017, n.º 698


