Por Ana Chainho, nos Emirados Árabes Unidos
Não vale a pena, nunca ninguém vai escrever o meu nome bem nesta terra. Já desisti de corrigir, apenas sorrio.
“Ana” já foi escrito com 2 ‘n’ ou com ‘h’ antes do ‘A’. Também já fui “Annie” umas quantas vezes. Mas Chainho, ora bem, Chainho é outra história! Nem sei bem de quantas formas diferentes já o vi escrito por aqui.
Tudo bem, eu percebo que não é comum, mas nem o copiam bem!
Em janeiro comecei a trabalhar numa nova escola e tive de entregar todos os meus documentos para ficarem com fotocópias no meu processo… mas mesmo assim o meu cartão para passar pela portaria da escola tem escrito “Ana Chaino”. Na verdade, mesmo que estivesse bem escrito ninguém o conseguiria pronunciar corretamente.
Vejam só que nas escolas inglesas os alunos têm como hábito tratar os professores pelo último nome (precedido de Mr ou Mrs/Miss), mas comigo não, começo logo por lhes dizer para me tratarem por “Miss Ana”. Assim sempre corro menos riscos!
Artigo completo na edição em papel de 04 de fevereiro de 2016 n.º 663

