O presidente da Junta de Freguesia de Santo André, Jaime Cáceres, diz que a cidade não pode continuar a ficar dividida por uma via rápida, entre as zonas ocidental e oriental.

O problema não é novo e apesar de separar a cidade está longe de dividir a opinião dos seus habitantes que há anos convivem com uma situação que atualmente não serve a realidade.
Segundo o autarca, a Junta de Freguesia tem feito “propostas concretas” junto da Estradas de Portugal para aquele troço de via rápida entre o nó da Maria da Moita e o nó de Vila Nova de Santo André.
“Queremos que essa parte da via rápida se integre na malha urbana de Santo André e com uma rotunda de acesso à ZIL e outra que ligasse o Bairro Pôr do Sol ao Bairro do Picapau, transformando esta parte de via rápida em Alameda, poderíamos solucionar este problema”, explicou.
Artigo completo na edição em papel de 17 de dezembro de 2015, n.º 660

