10 a 15% da população da Costa Alentejana tem patologia psiquiátrica

A falta de pessoal especializado médico e de enfermagem, de assistentes sociais e de psicólogos não facilitam o acompanhamento e tratamento de doenças psiquiátricas, que nos cinco concelhos da Costa Alentejana afectam cerca de 10 a 15% da população.

Os dados foram divulgados pelo director clínico dos Cuidados de Saúde Primários da Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano, Mário Moreira, durante o encontro “Pensar a Saúde Mental”, evento que encerrou uma semana de iniciativas dedicadas à temática, que o Conselho Local de Acção Social de Sines promoveu entre os dias 06 e 10 de Outubro.

“Estou a falar desde o stress à patologia pesada, à esquizofrenia até outras doenças”, clarificou, explicando que todos os dados foram recolhidos através dos centros de saúde da região, segundo o diagnóstico dos médicos de família.

Artigo completo na edição em papel de 16 de Outubro de 2014, n.º 633