José Manuel Claro
Numa organização conjunta da Paróquia de Santa Maria e do Jornal ‘O Leme’, decorreu nos dias 4 e 5 passados, os tradicionais festejos ‘Festa de Verão 2025’, que anunciam o início da quadra estival.
No recinto habitual, o Adro da Igreja, foi montada uma estrutura de apoio aos visitantes, que para além de permitir o salutar convívio e os costumeiros bailaricos, igualmente se exibiram duas marchas populares – a dos Bombeiros Voluntários do Cercal e da ASAS de Santo André.
Circundando este recinto de exibição e baile, um conjunto de mesas, propiciava a necessária infraestrutura para a degustação de uns quantos petiscos postos à disposição dos visitantes, pela Comissão Organizadora.
E, começando precisamente pela parte amesendante posta à disposição dos festeiros, será de referir os caracóis, o frango assado, a grelhada mista, as sardinhas assadas, o chouriço assado, tudo isto empurrado esófago abaixo por todo o tipo de bebidas comummente usadas para o efeito.
Como sobremesa, registámos uma multiplicidade de bolos e salada de frutas, que certamente constituíram uma ótima selagem para os repastos ingeridos em ambiente festeiro.
Quanto à animação musical nos dois dias de festa, a principal causadora de ambas as jornadas terem terminado quando o novo dia já nascera para além das três horas, tivemos no primeiro dia a atuação do conhecido Paulo das Vacas e no segundo, a noite foi abrilhantada pelo não menos conhecido Ricardo Lajinha e Sara Matos.
Os registos da festa, terão de referir igualmente as duas exibições das Marchas Populares.
Na sexta-feira exibiu-se a marcha dos Bombeiros do Cercal que, como é hábito desfilou sob uma coreografia do José Luís, e que arrancou fortes aplausos entre a assistência. No sábado, foi o dia em que se exibiu a marcha do ASAS, numa atuação a muito bom nível e que voltou a granjear o aplauso unânime da assistência.
De referir, ainda na primeira noite, a intervenção do Padre Abílio, que mais uma vez agradeceu à legião de voluntários, sem os quais teria sido impossível pôr de pé mais uma Festa de Verão, tendo na oportunidade entregado um público reconhecimento a alguns deles.
Talvez o momento mais triste da noite, ficou assinalado com a intervenção de Paulo Mesquita, cofundador do Jornal ‘O Leme’, que aproveitou a oportunidade para se despedir publicamente do Padre Abílio que, por indicação da Diocese, rumará a Beja, onde continuará o exercício do míster que elegeu como orientador para a sua vida.
Já o domingo nascera há cinco horas, quando a legião dos voluntários que ajudaram a pôr de pé mais uma Festa de Verão, recolheu a suas casas, corpos suados, físicos estafados, mas com a festa ‘arrumada’ e pronta a restituir ao adro da Igreja de Santa Maria, o seu habitual aspeto.
Nos seus espíritos, certamente a alegria de terem, a seu modo, contribuído para uma causa social, que a todos enobrece e onde a sociedade de Santo André também lhes fez jus de merecido louvor com a sua presença, por nos terem propiciado duas noites de convívio fraterno embalado por valsas, marchinhas e outros êxitos, que se vão por aí ouvindo nos chamados ‘Bailes da Aldeia’.
Um enorme bem-haja, para todos.
Acabaram as Festas de Verão 2025, vivam as Festas de Verão de 2026!


