Ativistas pintaram-se com tinta de choco para dizer não ao furo

Alentejo Litoral Pelo Ambiente realiza protesto em Sines

Dez ativistas, do movimento Alentejo Litoral pelo Ambiente (ALA) e da associação Stop Petróleo, de Vila do Bispo cobriram-se com tinta de choco na marginal de Sines, no passado sábado, num protesto que visou a exploração de petróleo na costa alentejana.

“Quisemos simular um derrame de petróleo e os impactos que isso tem na fauna e na flora”, explicou Eugénia Santa Bárbara, do movimento ALA que minutos antes, juntamente com outros manifestantes pintou-se de negro – com tinta de choco de um mercado de Lisboa -, e percorreu o areal da praia Vasco da Gama para sensibilizar o público do Festival Músicas do Mundo e os turistas que escolhem Sines, nesta altura do ano, para os impactos que a exploração prevista para Aljezur pode provocar nesta costa.

“É uma causa importante para nós porque precisamos de nos juntar para travar estes contratos e aquilo que está previsto
acontecer muito em breve”, alertou a dirigente que se inspirou numa ação realizada o ano passado pela Greenpeace, em Espanha.

O artigo completo pode ser lido na edição em papel de 10 de agosto de 2017, n.º 698