Opinião: Sines na rota do turismo náutico mundial

Carlos Oliveira

Carlos OliveiraPor Carlos Oliveira,

Sines merece mais do que ser apenas uma cidade portuária e industrial, temos que a colocar no mundo da náutica de recreio e nada melhor do que trazer a Sines, à terra do Vasco da Gama os grandes veleiros de todo o mundo.

Voltar a levar a população portuguesa ao mar não pode ser só conversa de jornal e de congressos, as oportunidades do mar não podem ser só o aumento da plataforma, ou a recolha de recursos que nela existem e que são quase inatingíveis pelos custos e meios que envolvem na sua recolha ou extração.

Voltar ao mar significa incrementar uma marinha mercante forte, uma marinha de pesca robusta e que trabalhe também noutros mares que não só nos nossos, uma náutica de recreio sustentada, significa que tem de haver um incremento no apoio das entidades que atraem os nossos jovens a actividades marítimas.

Neste sentido, a Câmara Municipal de Sines, a Administração do Porto de Sines, o Turismo do Alentejo e Ribatejo em conjunto com a Aporvela, passaram das palavras aos actos e estão a preparar o Tall Ships 2017, um evento que vai trazer a Sines cerca de 25 grandes veleiros de todo o mundo, integrados na regata dos 150 Anos da Confederação do Canadá que durante 4 meses escalarão, Londres, Sines, Bermuda, Boston, Quebec e Havre.

Artigo completo na edição em papel de 08 de outubro de 2015, n.º 655