
A Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano (ULSLA) suscitou “expetativas”, mas também “reservas e desconfianças”, segundo o atual presidente do conselho de administração, Paulo Espiga, que falava durante a celebração do aniversário da criação da ULSLA, a 03 de novembro.
Na mesma ocasião, Paulo Espiga destacou as dificuldades e os desafios que nortearam nos últimos quatro anos a instituição, por onde já passaram três administrações e uma “troika”.
Os serviços públicos de saúde dos concelhos de Alcácer do Sal, Grândola, Santiago do Cacém, Sines e Odemira, que servem uma população de perto de 100 mil pessoas, passaram em 2012 a ser geridos pela ULSLA, criada para agregar os cinco Centros de Saúde existentes na região e o Hospital do Litoral Alentejano, em Santiago do Cacém.
“Estando nós no Alentejo o passo natural foi a criação de uma Unidade Local de Saúde (ULS), decisão que não deixou de gerar expetativas de evolução positiva, mas também reservas e desconfianças, além da comum e sempre perniciosa indiferença”, lembrou Paulo Espiga.
No seu discurso, o administrador disse que, apesar da crise que o país viveu, “foi possível resolver o elevado passivo que impedia o desenvolvimento e normal para uma enorme desarticulação, perda de identidade e degradação organizacional”.
Vale a pena ler o artigo completo na edição em papel de 17 de novembro de 2016, n.º 681

