Festa de Verão aqueceu o adro da Igreja Santa Maria com música, marchas e Festival do Petisco organizada pelo Jornal “O Leme” e a Paróquia de Santa Maria  

José Manuel Claro

Nos passados dias 3 e 4 de julho, o nosso jornal e a Paróquia Santa Maria levaram a efeito, no adro da Igreja de Santa Maria, mais uma ‘Festa de Verão’, em colaboração com os Órgãos Autárquicos e Empresas da Região.

Foram dois dias de arraial popular, com muita música e animação, contando com a presença dos acordeonistas Ricardo Laginha, Mário Neves e do dj Velvet.

O elenco artístico da festa, contou igualmente com a presença de duas marchas populares, a do Cercal e a da ASAS.

Na sexta-feira, coube ao acordeonista Ricardo Laginha iniciar a animação musical do evento, através de um reportório musical variado, que cativou os espetadores e mobilizou a assistência para dar o seu pé de dança.

Por volta das 22h30, entrou no recinto a marcha do Cercal, capitaneada pelo incontornável José Luís, que prendeu a atenção dos espetadores com os seus movimentos coreográficos e o constante apelo à participação popular.

Finda a atuação, o acordeonista retomou a sua atuação que se prolongou noite dentro, tendo terminado quando já o dia de sábado era nascido, ia para quatro horas.

No sábado, coube subir ao palco o acordeonista Mário Neves, velho conhecido destes arraiais, que com o seu virtuosismo galvanizou a assistência.

Atuou de seguida a marcha da ASAS, exibindo um guarda roupa alusivo à música e cuja exibição prendeu a atenção dos circunstantes.

Em termos musicais o acordeonista Mário Neves prosseguiu a sua atuação, tendo o encerramento das Festa de Verão de 2026, ficado a cargo do dj Velvet, quando o domingo já era nascido havia um bom par de horas.

Arraial que se preze, tem de ser guarnecido por uns bons comes e bebes e a festa deste ano, não fugiu à regra, tendo sido acompanhado, igualmente, por um ‘Festival do Petisco’, que no seu cardápio contou com feijoada, sardinha assada, pica-pau, carne de alguidar, salada de polvo, salada de atum com feijão frade, moelas, camarões, salada de grão com bacalhau, chouriço assado, caracóis, orelha de porco, uma tábua de queijo e presunto com azeitonas e um caldo verde destinado a selar algum exagero gástrico cometido pelos festeiros.

As sobremesas foram variadas e acompanharam o nível dos petiscos servidos.

Ao final da segunda noite, tivemos oportunidade de conversarmos com o Padre Luís Marques, que aproveitando a nossa presença, agradeceu publicamente o empenho de todos os voluntários  e Entidades que tornaram possível esta complexa, mas eficiente organização, que ao longo dos dois dias, trouxe a população de Santo André até ao adro da Igreja de Santa Maria, para duas noites de salutar convívio e muita alegria.

Igualmente de assinalar que no recinto da festa, funcionou uma quermesse e um ponto de venda de assinaturas do nosso jornal, onde a população podia tomar contacto direto com o plano editorial deste Órgão da Comunicação Local, que já vai nos seus quarenta e dois anos de publicação, espelhando o desenvolvimento e a evolução de Santo André enquanto núcleo populacional ativo.

A ‘Festa de Verão’ de 2026, chegou ao seu final.

Com os corpos suados pela bailação e divertimento, os festeiros e o pessoal que teve a seu cargo esta organização, recolheram aos seus lares, satisfeitos pelos dois dias em que celebraram a chegada do Verão e o modo como o fizeram.

Estamos a menos de um ano da ‘Festa de Verão’ de 2027, que certamente será melhor do que as realizadas até à data, numa evolução lógica do evento.