Viver e morrer é normal

Num mundo em que a violência insiste em avançar sobre a paz e a serenidade, constatamos, como já disse no último editorial, sobre a violência no namoro é necessário que não se viva um avida de terror e medo, assim no mundo em geral todos devemos viver sentindo que estamos a construir algo de bom e pacifico. Só na Paz se consegue prosperar. Em países como Portugal a violência era um caso raro no passado. Poucos crimes eram cometidos e muito raro crimes de extrema violência. No entanto hoje, e cada vez mais os crimes estão em constante crescimento e em constante subida de violência. Cada vez surgem crimes mais macabros. Falamos que são os migrantes que chegam à nossa terra que são os causadores da insegurança, mas isso não pode ser considerado como totalmente verdadeiro. Cada vez mais as redes sociais e todos os meios de comunicação vão transmitindo atos de alta violência e agressividade. As nossas crianças e jovens, muito cedo contactam com estas realidades que surgem em muitos pontos do mundo. E leva a que muitos, na sua desorientação também tentem fazer o mesmo. Colocam em prática algo que não existia no nosso país e como nunca se viu. Hoje as crianças começam logo cedo a ter acesso a jogos de computador que manifestam atitudes de muita violência. Muitas vezes o jogo leva a que a criança/adolescente mate o ser humano para ter acesso ao poder. E assim atingir uma vitória. Pouco a pouco vai crescendo entre os adolescentes/jovens uma insensibilidade imensa para com a vida humana. Viver e morrer torna-se uma necessidade para poder vencer. Tudo isto leva a que uma das causas da crescente violência nas ruas, nas escolas ou nos trabalhos seja uma realidade presente. A qual todos os educadores têm de se preocupar, tanto os pais como os professores e autoridades instituídas. Tem de ser atacada logo no principio da educação e formação, tanto familiar como comunitária. A violência só pode ser combatida com a paz e o amor reciproco, em que a vida seja inviolável. A vida humana acima de qualquer outra.

 

 

20/02/2025

                                                                                              Abílio Raposo