Helga Nobre
O helicóptero que integrou o Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR) do Alentejo Litoral efetuou um total de 353 descargas e 59 missões de voo, indicou a Proteção Civil, sublinhando que a maioria das missões foi em contexto de ataque inicial.
“Este meio de combate realizou 59 missões de voo, 55 em ataque inicial, duas em ataque ampliado e duas em voo de formação, contabilizando 42 horas de voo, sendo que dessas, 24 horas e 50 minutos, foram em trabalho nos vários teatros operacionais para o qual foi mobilizado, efetuando um total de 353 descargas, 351 em combate a incêndio e duas em contexto formativo”, revelou o Coordenador de operações aéreas, André Carvalho.
O Responsável falava aos jornalistas, em Grândola, para fazer o balanço dos resultados do DECIR 2024 no Litoral Alentejano.
De acordo com o também Comandante dos Bombeiros Voluntários do Torrão, em Alcácer do Sal, este meio aéreo denominado H-39 ficou sediado no Centro de Meios Aéreos de Grândola.
“Está equipado com balde para combate a incêndios rurais com capacidade para cerca de 900 litros” e “integra, além do piloto, uma brigada de combate a incêndios da GNR, perfazendo um total de seis operacionais”, explicou.
Além do H-35, em caso de “ocorrências de maior envergadura”, a região do Alentejo Litoral conta “com o apoio do helicóptero H-38, sediado no Centro de Meios Aéreos, em Évora, do H- 41, sediado no Centro de Meios Aéreos de Ourique, do H-42, em Monchique, e do CELCA- 3, da Afocelca, no apoio ao combate mais a sul, nomeadamente em Odemira”, indicou André Carvalho.
“Nestas ocorrências também contamos com o apoio ao combate dos meios aéreos de asa fixa, sediados na Base Aérea de Beja e em Portimão, com uma autonomia de 120 minutos e uma capacidade de 3 mil litros de água por descarga”, sublinhou.
Estes meios “intervieram em 10 ocorrências na sub-região do Alentejo Litoral, num total de 26 horas de voo e efetuaram 181 descargas em manobras de combate a incêndio”, acrescentou.
“Tivemos também em sete ocorrências o apoio do avião de reconhecimento e avaliação de coordenação – Óscar 2 – sediado em Ponte de Sôr e, numa dessas sete ocorrências, tivemos também o apoio do helicóptero de reconhecimento e avaliação Fire-4 destacado para a zona da Lezíria, em Alcácer do Sal”, precisou o responsável.
O helicóptero ligeiro esteve sediado em Grândola, entre 01 de junho e 15 de outubro.
O dispositivo de combate a incêndios no Litoral Alentejano mobilizo
u este ano, na fase mais critica, 151 operacionais, apoiados por 33 veículos e um meio aéreo.


